colaboradores agência go! mídiaNos dias atuais, a troca de empregos é cada vez mais constante, reflexo de uma geração que vive em busca de novos desafios e não gosta de se acomodar. Mas nem sempre as situações que se espera encontrar são tão positivas quanto nos sonhos e anseios dos profissionais.

Por isso, uma das possibilidades é retornar ao emprego anterior. Apesar de não acontecer com muita frequência na maioria das empresas, na Go! Mídia é diferente. Na equipe da agência, temos seis profissionais que saíram e voltaram após algum tempo em outros empregos.

Para alguns, a saída foi motivada pela mudança de cidade, como é o caso do diretor de arte Leo Mariano. “Eu me mudei para o Rio de Janeiro e tive que sair da Go!. Quando voltei para Juiz de Fora, depois de três anos, nem pensei em procurar outro lugar para trabalhar”, conta.

Nem sempre a volta demorou. A nossa diretora de arte Hanni e a nossa recepcionista Valéria ficaram longe da agência por apenas cinco e sete meses, respectivamente. No caso das duas, as propostas de retorno foram aceitas rapidamente, quando novas oportunidades apareceram.

Quem passa por essa situação pode encontrar um ambiente de trabalho modificado na volta, como aconteceu com o diretor de arte Douglão e a executiva de contas Graciele. “A agência cresceu muito, a equipe é maior agora”, diz Graciele. “Agora, temos processos novos, o sistema de trabalho melhorou e está ainda mais profissionalizado”, completa Douglão.

Quando perguntados sobre a principal motivação para o retorno, todos concordaram em um ponto: o ambiente de trabalho. O nosso novos negócios Rogério resume bem esse sentimento: “A Go! Mídia é o melhor lugar que eu já trabalhei até hoje. Temos uma boa interação com a equipe e com os donos, e isso me estimula a trabalhar cada vez melhor”.

Além da visão dos funcionários, a volta para a Go! Mídia é valorizada também pela direção: “Estamos sempre de portas abertas para os bons profissionais. E, neste sentido, ter o retorno de algumas pessoas é duplamente bom: são pessoas que já conhecem a cultura da empresa e nosso jeito de atuar (e, por isso, se adaptam rapidamente). Além disso, elas sempre retornam mais maduras e vividas: saem, vivem outras realidades, e passam a valorizar ainda mais nossa relação. Com isso, todas as partes ficam mais satisfeitas”, diz Cristiano.